terça-feira, 26 de maio de 2015

Nicolau Copérnico

Nicolau Copérnico foi um importante matemático e astrônomo polonês. Pode ser chamado de pai da astronomia moderna, pois foi ele quem, através de seus estudos e cálculos, percebeu e defendeu a tese de que a Terra, assim como os demais planetas, gira em torno do Sol, em uma teoria chamada de Heliocentrismo. Foi Copérnico quem deduziu, também, que a Terra gira em torno de seu próprio eixo. Até então, acreditava-se que a Terra era o centro do Universo, segundo teoria do grego Ptolomeu. A teoria completa de Copérnico foi enviada para publicação por intermédio de Rheticus, em 1541. Porém, o livro "Das Revoluções dos Corpos Celestes" só foi impresso por volta de 1543, com várias alterações não autorizadas pelo autor. Copérnico faleceu em maio desse mesmo ano, tendo em seu poder o manuscrito original da obra.

(Fonte: http://www.infoescola.com/biografias/nicolau-copernico/)

Planetas

O Sistema Solar é constituído por oito planetas principais, são eles: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Cada planeta tem sua devida característica, porém, podem ser classificados em dois grupos principais: Os planetas rochosos e os planetas gasosos. 
Os planetas rochosos são Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. São aqueles formados essencialmente por rochas, apresentando, portanto, formas de relevo muito bem definidas. Não por acaso, eles são os quatro planetas mais próximos do sol, o que lhes garante uma temperatura suficiente para manter a maior parte dos gases e compostos químicos na forma gasosa. 
Os planetas gasosos são Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. São enormes planetas constituídos por grandes volumes de materiais gasosos, além disso, são os maiores do Sistema Solar, sendo ainda, o maior de todos os planetas, Júpiter

(Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/planetas-gasosos.htm)


Sistema Solar

O sistema solar é um conjunto de astros e corpos celestes que giram ao redor do Sol. Cada um mantém sua respectiva órbita em virtude da força gravitacional exercida pelo Sol, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta. Os corpos mais importantes do sistema solar são os oito planetas que giram ao redor do sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.
Esses planetas são, em ordem do mais perto para o mais distante do Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Antigamente, eram nove planetas, porém em agosto de 2006, Plutão passou de planeta para planeta anão

(Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Universo/sistemasolar.php)

domingo, 24 de maio de 2015

Constelações

Constelações são agrupamentos aparentes de estrelas os quais os astrônomos da antiguidade imaginaram formar figuras de pessoas, animais ou objetos. Numa noite escura, pode-se ver entre 1000 e 1500 estrelas, sendo que cada estrela pertence a alguma constelação. As constelações nos ajudam a separar o céu em porções menores, mas identificá-las é em geral muito difícil. Uma constelação fácil de enxergar é Órion, mostrada na figura acima como é vista no hemisfério sul. Para identificá-la devemos localizar 3 estrelas próximas entre si, de mesmo brilho, e alinhadas. Elas são chamadas Três Marias, e formam o cinturão da constelação de Órion, o caçador. Seus nomes são Mintaka, Alnilan e Alnitaka. A constelação tem a forma de um quadrilátero com as Três Marias no centro. O vértice nordeste do quadrilátero é formado pela estrela avermelhada Betelgeuse, que marca o ombro direito do caçador. O vértice sudoeste do quadrilátero é formado pela estrela azulada Rigel, que marca o pé esquerdo de Órion. Estas são as estrelas mais brilhantes da constelação. Como vemos, no hemisfério Sul Órion aparece de ponta cabeça. Segundo a lenda, Órion estava acompanhado de dois cães de caça, representadas pelas constelações do Cão Maior e do Cão Menor. A estrela mais brilhante do Cão Maior, Sírius, é também a estrela mais brilhante do céu, e é facilmente identificável a sudeste das Três Marias. Procyon é a estrela mais brilhante do Cão Menor, e aparece a leste das Três Marias. 

(Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/const.htm)

Asteroides

Asteroides são materiais remanescentes da formação do sistema solar. Uma teoria sugere que eles sejam os restos de um planeta que foi destruído há muito tempo em uma brutal colisão. Mais provável, asteroides são materiais que nunca fundiram-se em um planeta. De fato, se a massa total calculada de todos os asteroides fosse juntada em um único objeto, o objeto teria menos de 1.500 quilômetros (932 milhas) de diâmetro -- menos que a metade do diâmetro de nossa Lua. Muito de nossa compreensão sobre asteroides vem de pedaços examinados de detritos espaciais que caem na superfície da Terra. Asteroides que estão em um curso de colisão com a Terra são chamados meteoroides. Quando um meteoroide golpeia nossa atmosfera a alta velocidade, a fricção faz com que este grosso pedaço de matéria espacial queime em um risco de luz conhecido como meteoro. Se o meteoroide não queima completamente, o que sobra atinge a superfície de Terra e é chamado de meteorito. De todos os meteoritos examinados, 92,8 por cento são compostos de silicato (pedra), e 5,7 por cento são compostos de ferro e níquel; o resto é uma mistura dos três materiais. Meteoritos pedregosos são os mais difíceis de identificar, uma vez que eles aparentam-se como as pedras terrestres.


 (Fonte: http://astro.if.ufrgs.br/solar/asteroid.htm)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Fases da Lua

As fases da lua nada mais são do que uma mudança aparente da porção visível iluminada do satélite devido a sua variação da posição em relação à Terra e ao Sol. O ciclo completo, denominado lunação, leva pouco mais de 29 dias para se completar, período no qual a Lua passa da fase nova, quando sua porção iluminada visível passa a aumentar gradualmente até que, duas semanas depois ocorra a lua cheia e, por cerca de duas semanas seguintes, volta a diminuir e o satélite entra novamente na fase nova. (Fonte do texto: http://bit.ly/1PghHr9)

O que é uma estrela?

Uma estrela nada mais é do que uma grande e luminosa esfera de plasma, mantida íntegra pela gravidade. Ao fim de sua vida, uma estrela pode conter também uma proporção de matéria degenerada. A estrela mais próxima da Terra é o Sol, que é a fonte da maior parte da energia do planeta. Outras estrelas são visíveis da Terra durante a noite, quando não são ofuscadas pela luz do Sol ou bloqueadas por fenômenos atmosféricos. Historicamente, as estrelas mais importantes da esfera celeste foram agrupadas em constelações e asterismos, e as estrelas mais brilhantes ganharam nomes próprios. Extensos catálogos de estrelas foram compostos pelos astrônomos, o que permite a existência de designações padronizadas. (Fonte do texto: http://bit.ly/1zW2btv)

terça-feira, 5 de maio de 2015

Geo e heliocentrismo.

O geo e o heliocentrismo eram teorias muito discutidas anteriormente pelos antigos astrônomos. Bom, a teoria do universo geocêntrico, ou geocentrismo, é o modelo cosmológico mais antigo. Na Antiguidade era raro quem discordasse dessa visão; e entre os filósofos que defendiam esta teoria, o mais conhecido era Aristóteles. Foi o matemático e astrônomo grego Claudius Ptolomeu (90-168 d.C.) que, na sua obra "Almagesto", deu a forma final a esta teoria, que se baseia na hipótese de que a Terra estaria parada no centro do Universo com os corpos celestes, inclusive o Sol, girando ao seu redor. Já o heliocentrismo é a teoria que coloca o Sol, em sua apresentação inicial, estacionário no centro do universo; ou em sentido estrito, situado aproximadamente no centro do sistema solar, no caso do heliocentrismo renascentista. A palavra vem do grego (ήλιος Helios = sol e κέντρον kentron = centro). Depois de alguns anos, os astrônomos, matemáticos etc, concordaram com a visão do heliocentrismo, que é tido como "padrão" até hoje, onde o Sol situa-se no centro de nossa galáxia. (fontes: http://bit.ly/1IJJBXz e http://bit.ly/1c0Qoz9)