As galáxias são aglomerados em forma de espiral, de estrelas, meteoroides, planetas e diversos outros corpos espaciais parecidas com a Via Láctea, a galáxia que abriga o sistema solar onde nos encontramos. Até o começo do século XX acreditava-se que estas manchas longas e difusas no espaço com um brilho intenso no meio eram apenas aglomerados de estrelas, os quais receberam o nome de “nebulosas” e foram catalogadas às centenas até que em 1923, Edwin Powell Hubble, conseguiu provar definitivamente que as tais nebulosas de formato espiral eram na verdade objetos extra galácteos (fora da nossa galáxia). Ou seja, eram galáxias completamente independentes.
Algumas galáxias não têm os tais braços em espiral e são chamadas de lenticulares que, juntas formam o conjunto das galáxias discoidais. Normalmente estas galáxias espirais são compostas por material interestelar, nebulosas gasosas, estrelas jovens e velhas e poeira.
As galáxias irregulares, como o próprio nome já diz, não possuem uma forma definida e em sua composição se parecem mais com as espirais. Um exemplo deste tipo de galáxia são as chamadas “Grande e Pequena Nuvem de Magalhães” que podem ser vistas a olho nu do hemisfério sul da terra. A atividade dentro destas galáxias é muito grande, com várias estrelas se formando e nuvens de gás ionizado distribuídas irregularmente dentro de uma estrutura caótica.
(Fonte: http://www.infoescola.com/astronomia/galaxia/)
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